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Minhas Aventuras

"After climbing a great hill, one only finds there are many more hills to climb"
Nelson Mandela

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Meu primeiro Triathlon - Troféu Brasil Santos 11.12.11 [5ª etapa]

Desde que me dou por gente, sempre quis viver o esporte ao ar livre.

Já fui expert em taco (ou bet), tocar o boi pro curral, fugir do ganço tentando chegar na margem do rio pra pescar, voleyball com a parede, tentativa de embaixadinha, caça ao pintinhos e outros. Não me encontrei em nenhum desses esportes, mas um pouco depois, com uns 11-12 anos descobri a corrida e o triathlon.

Comecei a correr com 15, pedi pro meu técnico de futebol me ensinar/treinar. Ele me levou no Ibira, explicou a importância do tênis adequado, me apresentou ao Polar, à volta do lago e me deu boa sorte!

Depois acabei agitando um grupo de corrida da academia, os treinos ficaram frequentes e eu participei de várias corridas de rua em SP. Barro Branco, SP Classic, Corrida de Natal da Corpore, Revezamento Pão de Açúcar e por aí vai.. Ah, teve uma nos EUA tb, a Bolder Boulder, em Boulder - Colorado (tradicional por lá).

Uma vez  a professora de educação física do terceiro colegial que cursei nos EUA reuniu todos os alunos no auditório para conversar sobre o que seria a aula dela naquele ano. No final ela perguntou se alguém naquela sala tinha interesse em se tornar um atleta profissional. E eu (hahaha fala sério..) levantei a mão.
Ela: -"What do you want to be?"
Eu: - "A triathlete".
Em um ano ela me deixou com corpo de atleta. Ok, não de tri, era mais uma tentativa de Rebeca Gusmão ou algo do gênero (todo mundo naquela aula foi obrigado a fazer hipertrofia o ano inteiro). Imagina o horror... kkk
Perto da formatura a professora tentou me convencer a participar daqueles concursos de mostrar os musculos (como chama mesmo? Esqueci agora). Afe, ainda bem que não fiz. Mas uma menina que treinava comigo fez e ganhou! óóó...

...
Depois de 1 ano fazendo corrida de aventura (foram 9) e MTB (foram 3) e completamente apaixonada por esses esportes, resolvi me aventurar no Triathlon. Minha assessoria é focada nisso e todas as minhas amigas de treino praticam. Não teve como resistir!

Pra primeira prova resolvi não me "fantasiar". Fui sem roupa de borracha e com minha bike road de alumínio. Nada de rodas, clip, elástico no tênis etc... Só uma caramanhola com gatorade pro pedal e um gel.
Na largada sempre fico naquele espírito bobo alegre, dessa vez feliz pensando que ia pular ondinhas rs.

Natação: não entendo NADA do assunto, mas acho que o mar estava bom. Tinha, apenas umas ondas tranquilas e a correnteza não estava um desastre, era "só" mirar pro lugar certo (como se fosse fácil né).

Chegar na primeira boia foi uma eternidade. O caminho pra segunda é perfeito, só que dura tipo 2 minutos e a volta pra praia não acaba nunca.

Tem uma foto minha saindo da água mas é arquivo ultra confidencial. TRASH!! Foram 16:30 nesse trecho.

Corri pra transição, peguei a bike e já queria montar nela, ainda bem que o coach estava do lado e gritou Nãaaaao (na verdade começou a rir de mim tentando tirar a bike do negócio que tava emperrada e querendo subir ali mesmo).
Transição
Corri até a linha, subi e parti pras ruas liiindas de Santos, nossa senhora, que pedal bonito.........NOT. Mas muito bem organizado. Bizarro só foi ver umas pessoas descendo da bike pra fazer o U (retorno). 20 kilometritos.

Ô pedal sofrido viu. Doia as "perna", garoava e a vista #sualynda muito motivadora (não mesmo). Parece um teste psicológico. Mas acabou em 38 minutos e parti pro "ataque final", a corrida. Prova mais "socação" ever, coração na boca full time.

Foram 5k de corrida, 2,5 de ida e 2,5 de volta. Foi nessa hora que me dei conta de que estava indo bem, pois não cruzava com as meninas que eu tinha como referência.


E aí começa o "countdown" da prova, cada metrinho a menos já é um alívio, não via a hora de acabar a tortura!!

Mas aí chegou o final!! Eeeeeee e completei meu primeiro triathlon short em 1h17min.
Pódio na categoria!!
Foi bastante estressante, mas conforme foi baixando a adrenalina e fui digerindo a experiência percebi que esse é só o começo..! :-)

Ah, alguns obrigados:
à Jujuba amiga e parceira que sem poder correr temporariamente (ou seja, tortura assistir a prova) foi torcer por nós e ficou até tarde comigo para que eu pudesse subir no pódio!!
às meninas do nosso pelotão caveirinha, ô mulherada forte!!
Maris minha fisio querida que me conserta toda semana e me proibe de ir pra Romeiros tipo.. 2x por semana.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Como não perder o pique no final do ano

Fui entrevistada hoje pelo Blog da Nike sobre como não perder o pique no final do ano. E como eles usam só algumas coisas do que escrevemos, resolvi publicar aqui o texto na íntegra para dividir com mais pessoas! Espero que gostem, Vivi

Minha principal dica para não perder o pique no fim do ano é encontrar alguma motivação pontual como uma meta ou prova.

Eu tenho a meta de baixar meu tempo de meia maratona (que é de 1h42 na meia de Amsterdã). Vou então aproveitar o pique do momento que está forte devido aos treinos para o Troféu Brasil de Triathlon neste próximo domingo e, passando a prova, continuar treinando.

Se eu parar nas férias vou perder todo treino e não vou conseguir baixar esse tempo (ou terei que recomeçar tudo...) mesmo a prova sendo só em Abril (meia da Corpore).

Outra coisa que penso é que a maioria das pessoas pára nas férias e se você mantiver o ritmo vai estar em vantagem. Na volta das férias, os grupos mais fortes estarão pegando mais leve e aí está uma oportunidade de você correr ao lado dessas pessoas, atletas mais fortes e experientes. É uma chance de evoluir junto com eles.

Quanto às festas de final de ano, irei viajar para locais onde é possível adaptar meus treinos! Será até melhor, pois novos terrenos/locais de treinos oferecem novos estímulos ao corpo (e à mente!) e isso só tem a acrescentar.

Outra coisa é conseguir conciliar as confraternizações de fim de ano com o descanso, acho fundamental não sacrificá-lo.

Quanto à comida nas festas, minha dica é SEMPRE andar com comidinhas na bolsa/no carro. Costumo ir pra cima e pra baixo com uma lancheirinha. Levo 2 ou 3 frutas para o dia, normalmente uma pêra, uma maça e uma mixirica funcionam bem.

Também levo um mix de castanhas, frutas secas, uma barra de cereal (ou de proteína), chá verde e uma garrafa de água.

Quem toma esses cuidados nesse período festivo com certeza terá menos chances de cair na tentação do panetone, dos salgadinhos/frituras ou dos exageros e poderá abrir a excessão na noite de natal e comer um pouco daquela rabanada da avó, por exemplo (humm não vejo a hora! rs).

Quanto a ficar desmotivada para correr, só me lembro de ter ficado assim num período que tive de over trainning. Normalmente quando as metas e objetivos falam mais alto do que a própria experiência que se tem a cada corrida. Procuro sempre colocar em primeiro lugar minha paixão pelo esporte, pelo ar livre, pela convivência nesse meio antes de qualquer meta de tempo/performance. Tem funcionado bem!
Se você não é tão apaixonado pelo esporte e pratica mais por questão de necessidade e por ter consciência da importância e seus benefícios, talvez essas minhas dicas não sejam tão motivantes, mas sugiro que pense sempre de forma inteligente, lembrando de todo esforço que fez durante o ano. Recomeçar é mais difícil do que começar pela primeira vez, pois você sabe que pode mais, mas tem que respeitar o tempo da volta.

Planeje suas refeições, limite os drinks do happy hour e seja forte na cabeça tb!

Boas festas, boas férias, e bons treinos! E que assim, cada mordida das douçuras de natal seja aproveitada migalha por migalha, sem culpa nenhuma! :)

GP Ravelli 3ª Etapa - Cabreúva

No dia 13/11 aconteceu em Cabreúva [interior de SP, pertinho de Itu] a 3ª e última etapa do GP Ravelli - Maratona de MTB.

Foram aproximadamente 30km de single tracks, técnica e força, passando por florestas encantadas, árvore do avatar, subida do Jair [A subida do Jair], vaquinhas amigas, pastos e muito coco de boi hehe.

Fui com meu parceiro pra toda obra Chris e ele, mesmo com febre e indisposto enfrentou a floresta comigo! Foram 2h30 de prova, linda demais! Conquistamos o 3º lugar na categoria dupla mista pró. DEMAIS!!

Valeu Vanessa e Marcio pela oportunidade maravilhosa de conhecer esse lugar incrível. Não vejo a hora de voltar!! E parabéns pela organização impecável. Estava tudo perfeito.

Estacionamento e arena ao fundo
Eu e o Chris
Pedras, MUITAS pedras pelo caminho
A piramba final
força!
minha careta de sofrimento parece um sorriso! :)
Single final
Valeu parceiro!
Troféu de pedra feito pelo projeto SAAR

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Riding Life - Entre o rio Loire e os Castelos mágicos da França

No dia seguinte à meia maratona de Amsterdã zarpei da Holanda [triste, mas segui rumo outro destino promissor...]. Eu e minhas malinhas seguimos de trem para Paris e em seguida para Blois, no Vale do Luar. De Blois peguei um taxi rumo Saint Dyé Sur Loire para começar minha cicloviagem de 6 dias e 5 noites pela região dos castelos medievais, vinículas, fazendas, cidades pré histórias lindinhas, e paisagens que mais pareciam cenários daquelas telas impressionistas que estudamos na aula de História da Arte. Coisas que não existiam em meu repertório antes.


Uma das minhas vontades nessa vida é de conhecer o máximo possível desse mundo de bicicleta e quando me vi planejando 1 semana de férias na Europa, vi que poderia ser a hora de começar!!!

Quem me ajudou e foi fundamental para que eu realizasse esse sonho foi a Dani Nagaoka [obrigada Dani!!]. Ela fez uma cicloviagem com uma amiga na mesma região durante o verão europeu deste ano e me contou sobre o Vale do Luar e como lá era o local ideal para uma aventura solo. Seguro, tranquilo e plano.

Peguei todas as dicas com ela e comecei a pesquisar pela internet empresas/agências que realizassem roteiros nessa região. Depois de muita pesquisa descobri a Biking-France. Eles possuem roteiros por toda França para todos os gostos e graus de dificuldade. E você ainda escolhe se quer se hospedar em um castelo [haha...] ou em um hotel 3 estrelas [que foi minha opção - todos eles são hotéis gourmet com restaurante top e café da manhã e jantar - daqueles incríveis - inclusos no pacote]. Confiei, reservei, paguei e fui.


Funciona assim: eles cuidam de toda logística para você.

No primeiro dia, no primeiro hotel em que dormi, recebi minha bike com alforge, capacete, lock [que praticamente não foi utilizado - não havia necessidade], porta-mapa, cateye, kit reparo de pneu e blusa reflexo caso tenha que pedalar à noite. Além disso tinha uma super pasta com todos os mapas e planílhas, dicas, informações relevantes etc.


A bagagem é levada de um hotel ao outro por um motorista fantasma [eu nunca o vi e minhas malas magicamente apareciam no quarto do hotel seguinte], e ao chegar lá no hotel você já está sendo aguardado pela recepcionista!

Além disso, como disse acima, café da manhã e jantar estão incluídos. Eu achei que fosse ser algo pobrinho, já que tinha comprado o pacote mais simples, mas não... café da manhã com croissants a vontade [incluindo aquele quentinho com chocolate derretido dentro...hmmmm], chás, geléias da região, sucos, frutas, etc... E o jantar.. ish, sempre com uma entrada antes da entrada, mais a entrada oficial, mais o prato principal, depois a sobremesa e ainda tinham a pachorra de perguntar se eu queria um chá depois, como se coubesse!



Enfim, a única coisa que você precisa fazer mesmo é seguir o roteiro pedalando até o próximo destino [e de preferência almoçar no meio do caminho].

É animal, super recomendo!!! Minha única sugestão é que, se for fazer isso, vá durante o alto verão, pois eu fui na última semana da temporada e o frio tinha começado. Sem contar que no meio da temporada tem muita gente fazendo cicloviagens, famílias inteiras, crianças e velhinhos. E é muito mais legal poder conhecer gente pelo caminho, né? Bem, eu não conheci ninguém... justamente porque não havia mais ninguém! hahaha ok.


E sobre a chegada a cada destino final, preciso dizer que é uma experiência indescritível. Bom, pelo menos pra mim foi. A sensação é de que o caminho é construído a cada pedalada e chegar inteira, saudável, sem nenhuma ocorrencia, nadinha de errado, tudo em perfeito equilíbrio... parece coisa divina! Sempre me emocionava nas chegadas!


Mas para contar sobre essa viagem só fazendo vários posts ou pessoalmente. Tem algumas histórias malucas, como a do hotel-mansão-assombrado do último dia e a partida para o primeiro trecho de bike, no qual errei tantas vezes na navegação que pedalei meros 25km a mais [70k sem roupa de ciclismo numa bike de passeio é... dói rs].

Sozinho também é bom!!!

Esse diálogo aconteceu de várias formas e com várias pessoas nos últimos dias:

- E aí Vivi, como foi a corrida?

Vivi - Foi excelente, fui super bem, superei minha meta, fiquei feliz!

- E Amsterdã, foi legal?

Vivi - Foi incrível, aquela cidade é animal, preciso voltar com mais tempo...

- Mas que que você fez depois da prova?

Vivi - Então, fui pro interior da França fazer uma cicloviagem...

- Sério? Pra onde?

Vivi - Pro Vale do Luar, sabe?

- Sei sim, nossa, top hein!! Com quem você foi?

Vivi - Fui sozinha.

- Ah, mas vc fechou com uma agência?

Vivi - Fechei sim, uma agência super bacana que você escolhe o passeio, o nível de dificuldade, o estilo da hospedagem, se quer se hospedar em um hotel ou em um castelo, etc... Eles cuidaram de todo apoio logístico...

- Ah, então vc era a única Brasileira... tinha muita gente no grupo?

Vivi - Não... eu fui sozinha.

- Ah, era só você e os guias então?

Vivi - NÃO! EU FUI SOZINHA, S-O-Z-I-N-H-A...

- ahn?

[...]

Juro que eu não imaginava que uma viagem [ok, de bike..] em minha própria companhia podia soar como algo tão maluco para a maioria das pessoas.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Meia Maratona de Amsterdã - Prós e Contras

Fiz um post contando sobre a minha prova em Ams mas acho que faltou falar sobre o que achei da estrutura e do evento como um todo.

Bom, é tudo muito organizado e bem pensado. A feira é pequena porém bacaninha, até deu pra comprar umas coisinhas e gastamos mais tempo do que esperávamos por lá. Só que o evento é todo voltado para a Maratona, deixando a meia e a 8k como eventos secundários, para a família. Por exemplo: a inscrição da meia não dava direito à camiseta da prova [que aliás podia ser comprada por qualquer um, mesmo quem não tivesse corrido].

Outra coisa que li no regulamento é que a Meia Maratona não é ume vento competitivo e sim algo mais no estilo de confraternização, tanto é que possui apenas classificação geral e feminino/masculino [isso tem os dois lados bom e ruim, pois se você for bem, não será reconhecido por isso já que não é o objetivo da prova].

Durante a prova, percebemos isso nos seguintes detalhes:
- o percurso é estreito
- a largada é por número de inscrição e não por meta de tempo, o que me atrapalhou muito, pois a partir do 3º km eu tinha que desviar das pessoas e no caminho estreito muitas vezes ou tinha que ir pra calçada ou diminuir o passe até conseguir espaço [e isso foi até fim!!!]
- os postos de hidratação são curtos, exigindo que diminua e tome cuidado pra não atropelar alguém. No primeiro posto, aos 5k eu deixei para ir na última mesa e chegando lá descobri que só tinha banana, com isso tive que voltar pra pegar água!!! 

Outro detalhe é que o clima foi incrível, mas o vento as vezes atrapalha e aí o jeito é colar atrás daquele armário que está no mesmo ritmo que você [infelizmente não encontrei nenhum armário no meu ritmo e o jeito foi fazer força mesmo rs].

Fora isso, só tenho elogios à prova. O guarda volume foi muito acessível, as pessoas são educadas, tinha gente ao longo do percurso motivando e distribuindo água pra gente, bandas e DJ's são sempre bem-vindos, e o percurso [dizem] que é lindo. Eu só lembro do Vogel Park por causa do vento e depois disso só lembro realmente do pórtico! rs

A prova acaba dentro do estádio que é cheio de gente [eu também não reparei nisso]. Se você pretende fazer essa prova, fique atento para dar o sprint final na hora certa, pois depois que entra no estádio ainda tem meia volta olímpica para dar! [eu não me atentei a isso e quebrei na reta final]

Bom, acho que é isso! Quem quiser mais info é só entrar em contato vivianefavery@gmail.com

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Meia Maratona de Amsterdã - 2011

Aconteceu ontem, dia 16/10, numa das cidades mais descoladas do mundo - Amsterdã - a Maratona da Mizuno.

Eu e a Martha decidimos fazer essa prova em Fevereiro para acompanhar o T [namorado dela] que ia fazer a maratona. A escolha dessa prova por nós foi feita pelos seguintes fatos: possui boas condições climáticas [ontem ficou entre 8-13ºC], é plana e possui uma meia maratona + 8k junto [ou seja, perfeito pra "família" e pra quem quer fazer tempo]. Sem contar que é em Amsterdã né, que cidade incrível....

O meu treinador gostaria que eu focasse por 4 meses nos treinos para essa meia, mas de cara eu falei que isso não ia rolar, que quando chegasse a prova eu ia dar meu melhor e ponto. Eu não quis abrir mão do que eu mais gosto [aventura, mtb...] justo quando está começando a ficar legal.

Mas dei uma estrapolada no volume de provas em Agosto, o que me afastou do asfalto por 2 semanas [fiz deep running para não perder condicionamento], + 1 voltando aos poucos + ultima semana de treino e + semana pré prova é leve. Ou seja, treinei mesmo até dia 13/08, 1 semana antes do Troféu SP que deu início à saga das 3 provas seguidas [aqui].

Me cuidei direitinho [dieta, fisioterapia, funcional, descanso..] e vim pra Amsterdã para ver o que seria possível, no maior espírito kamikaze rock'n roll. Pronta pra fazer força e ficar com o coração na boca do começo ao fim.

Chegamos na cidade na quinta-feira, tivemos 2 dias para conhecer um pouco, passear, fazer comprinhas e concentrar. Eu estava tensa, sem saber o que/como seria. Meu treinador me passou uma planilha pra 1h45 e disse que se eu não fizesse abaixo disso, para nem voltar pra casa haha. ok coach.

No sábado eu tive todos os sintomas possíveis, piriri, febre, dor de garganta, taquicardia, essas coisas de pessoas ansiosas. Passou. Dormi com tudo pronto.

Diferente da Maratona, que largou às 9h30, a Meia largou às 13h30 - PERFEITO. Já estava menos frio, eu, a Martha e a Eva estávamos descansadas e deu pra descontrair antes da prova assistindo a chegada da maratona e torcendo para os corredores cujos nomes estranhos tentávamos gritar em incentivo nos 500m finais. Deu pra se divertir.

Quando chegou a hora aquecemos um pouco e fomos para a largada. Lá encontramos com o resto da mulherada da MPR, todas animadíssimas, cada uma com sua meta pessoal. Eu, como sempre, parecendo uma boba alegre na largada pulando cantando falando besteira... ainda bem que a Eva é pior que eu, encontrei alguém mais pilhada ainda!

Bom, vou resumir. Fiz força pra cacildes e quando dei por mim, estava num estádio, sentada no gramado, sentindo dores diversas [daquelas que passam depois] e com o garmin pausado no 1h42m14s. Demorou até associar o que tinha acontecido, mas qdo caiu a ficha rolou a emoção, claro.

Aos poucos a mulherada foi chegando e pude dividir aquele momento maluco pós prova/mta força. A cara delas qdo eu falava meu tempo me fez ter mais noção do meu feito. Fui muito bem!

Lembro que 1 coisa passou na minha cabeça no km final: vou terminar esse negócio logo para fazer um tempo bom e nunca mais ter que fazer outra m... dessas!

E lembro de outra coisa que passou assim que dei conta do meu tempo: vou ter que fazer outra prova, pois posso fazer muito melhor!!!

Além de não ter treinado direito, essa prova tem o percurso muito estreito, tínhamos que ficar desviando das pessoas o tempo todo, andando na calçada etc [a largada não é por rítmo e sim por numeração e eu larguei lá atrás]. E os pontos de hidratação são curtos o que exige que você diminua muito o pace. Esses são os pontos negativos dessa prova.

Ah, e a entrada no estádio que me quebrou, eu tava indo fechar pra 1h41 alto achando que a chegada era na entrada do estádio mas quando entrei no sprint da morte descobri que tinha que dar a volta olímpica. Nunca xinguei tanto, eu quebrei! Me deu taquicardia e eu me arrastei até o pórtico. O tempo oficial ficou assim: 1h42m17s.

Agora é curtir o momento [que delícia...] e depois eu decido qual será o próximo desafio. Já tenho algumas idéias, mas ainda não decidi nada. We'll see!

 Fui!

Obs: fiz um post sobre o meu ponto de vista da prova em relação à estrutura, organização e etc AQUI


Café da manhã do dia da prova com a Má
Na chegada da Maratona torcendo pros nossos amigos
Otávio, amigo nosso, passando nos 500mts finais abaixo de 2h55
Pai passando sub 3hs com a família toda!!!
Rumo ao guarda volume - preparação pra largada
Pós prova, felizes, metas alcançadas!!!
Nosso amigo Dinho com os primos - ele tb foi muito bem!!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

À venda: Headlamp Black Diamond

Pessoal, estou vendendo uma headlamp Black Diamond Icon novinha.

Ela está completamente zero bala, apenas coloquei as pilhas para testar.



Estou cobrando R$ 200,00.

Se alguém tiver interesse, entrar em contato comigo pelo vivianefavery@gmail.com

Seguem algumas informações técnicas que colei site Mercado Livre.

Indicador de carga: verde = mais de 50%, amarelo = mais de 20% e vermelho = menos de 20%.
Luz alta, média e baixa, além de modo pisca-pisca.
Pode ser operado com bateria recarregável NRG (não é vendida com a lanterna).

Triple Power: Intensidade de 81 a 150 Lumens. LEDs com refletor duplo facetado para longo alcance. São indicados para atividades que exigem maior alcance de luz ou quando tem que se procurar objetos menores e não evidentes à certa distância (como chapeletas de proteção na escalada). Os modelos mais potentes incorporam design para dissipação de calor e regulagem eletrônica. Max. 100 Lumens com LED de 3w

Material    Plástico/Fita elástica/Fio de cobre/Outros
Peso    188g

A Black Diamond destaca-se pela criação de padrões de qualidade em diversos equipamentos de atividades verticais. Fundada em 1957, por escaladores, a empresa deu inicio ao desenvolvimento de produtos que facilitavam e traziam  maior segurança ao dia-a-dia dos esportistas. Até hoje, a Black Diamond é uma empresa repleta de funcionários escaladores ativos, que ajudam a manter a dinâmica de qualidade e desenvolvimento dos produtos da marca.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Haka Race Passa Quatro - passamos muito mais que quatro...

A terceira etapa do Haka Race 2011 aconteceu no dia 3/09 em Passa Quatro, Minas Gerais. É, já faz mais de 3 semanas e só agora estou escrevendo. Este é apenas mais um caso de digestão trabalhosa! rs Eu falo mas o pessoal não leva à sério: corrida de aventura é pura terapia gente!

Um fato interessantíssimo que me impressionou é que existem 2 cidades com o mesmo nome, ou quase. Santa Rita do Passa Quatro é em São Paulo, perto de Ribeirão Preto. Passa Quatro é em Minas Gerais, pertinho de São Paulo, passando a cidade de Cruzeiros. Já viu né, quase que eu fui pra Santa Rita.. kkk

E Passa Quatro é uma delícia de cidade. Ô lugar gostoso, limpo, organizado, pessoas educadas, atendimento bom, pousada lindinha... deu vontade de voltar pra lá e fazer o pedal que perdemos por causa do corte.


O cenário...
Mas continuando, o Haka foi a 3ª das 3 provas que encarei seguidas. Primeiro o Troféu SP dia 20/08 e depois o GP Ravelli dia 28/08. Eu sabia que era muita coisa, ainda mais pro meu corpinho 2.5 semi-novo, mas quis arriscar mesmo assim. It's just too much fun!

Como em time que está ganhando não se mexe, o Fred colocou eu com o Junior novamente. Realmente tínhamos potencial: não haveria canoagem que é nosso ponto fraco. E o trekking prometia: mais de 21k percorrendo as fazendas, matas, estradas, trilhas e um rio [canyoning]! Só que o Haka é diferente: o preparo físico é apenas um quesito. A navegação, estratégia e experiência no esporte contam muito mais.


A prova
O Haka Passa Quatro largou na praça Matriz. Foi um sprint de aproximadamente 5k até o começo das trilhas. Eu e o Junior estávamos bem, em terceiro na dupla mista. Quando começou o morro, 3 equipes Lebreiros começaram a ir junto [Fred + Isa, Lis + Tarcísio e nós] e quando não tinha nem dado 1h de prova já não conseguíamos encontrar o caminho. Foram aproximadamente 1h40 rodando até perceber que tínhamos passado uma entrada e que a estrada que estávamos não tinha sido marcada no mapa. Chegamos no PC 2 como últimos colocados.

Insights...
Nesse tempo perdidos, tive uma conversa com uma dupla de Araxá muito legal... como a vida real acontece numa prova de aventura. Não se pensa em passado nem em futuro. Nem na chegada. É um estado de presença absoluta, onde as coisas que importam são apenas as essenciais para o convívio, saúde e para seguir no caminho naquele momento. é...

Seguimos para recuperar. O Junior desceu o rapel na cachoeira, eu contornei a montanha [com direito a torção no pé operado, chorinho mimimi e pé na água gelada]. Canyoning por alguns kms caçando pc's picotes e ao término desse trecho cruzamos com a Paula - Lebreira solo [e muito corajosa!].

Seguimos pra estrada e trilho do trem. Distanciamos das outras duas equipes numa corrida firme, segurando apenas nas subidas e apertando nas quase inexistentes descidas. Momento adventure 1 foi no PC picote no túnel do trem, me senti numa historinha de desenho animado... gotas pingando do teto, trilho meio quebrado e breu.

Saindo do túnel erramos um pouco a navegação, nos juntamos com 2 duplas masculinas e seguimos. Começou a piramba. Atravessamos inúmeros pastos, porteiras, cercas e boiadas. E numa caminhada forte passamos mais de 5 duplas masculinas e alguns solos.

Não adiantou muita coisa, na hora de entrar pra trilha que cruzava a montanha e nos levava ao PC 5 (transição pra bike) erramos e voltamos e nos juntamos com várias equipes. Tudo homem, só eu de mulher!

Fizemos várias tentativas, pensamos, procuramos. Eu cheguei a mencionar que deveríamos ignorar o azimute e navegar pelo colo da montanha, esse caminho nos levaria à trilha, mas acho que só eu lembrava dessa coordenada conversada na noite anterior.

Tivemos que arriscar um caminho e só mais uma dupla veio na nossa. Começou o vara-mato.

Foi meu primeiro vara mato. E foi também meu primeiro barranco interminável. Durante essa "escalamatada" no qual o Cocão [acho que esse é o apelido do amigo da dupla masculina] abria o mato pra gente, percebia a importância do planejamento de uma prova. Eu tava com tudo em ordem - líquido, comida [gel, azeitona e o principal life saver ever: porções de purê de batata], cobertor de emergência e espelinho [sim hahaha eu olhava pra cima para ver se havia abertura suficiente para que o helicóptero de resgate pudesse nos encontrar.... kkkkk].

Depois de sugerir ligar pro Leo para pedir resgate e ver a risada do Junior e dos meninos, achei melhor num falar mais nada e confiar. "Nossa gente, isso daqui tá adventure né?"... cri cri...

Eu estava estranhando estar no meio do mato e não encontrar com nenhum bixinho se quer. Quando comentei quase fui xingada rs [era sorte, "num vai zicar a gente Vivi"].


O método de varar mato do cocão era o mais impressionante. Ele é tipo grandão, umas 4 vezes o meu tamanho. Ele ia se jogando de costas com os braços abertos. Aí depois amassava tudo no chão e a gente passava. E ele se jogava de novo e fomos fazendo isso morro acima, seguindo um brejinho.

Mas vou te contar uma coisa... o único problema de se perder e ficar mto tempo parado, navegando, é que a adrenalina dá uma baixada e com isso vem a vontade de.............................número 2! hahaha great. De repente eu tinha um novo objetivo nessa vida: um banheiro.

Fui administrando essa vontade, tentando focar no trekking mesmo não vendo fim naquele varamato vertical.


Depois de algumas horas seguindo azimute caímos em cima da trilha, certinho e em pouco tempo chegamos no PC 5 [BANHEIRO!!!!!].

Quando renasci [pós banheiro], o Junior gritava pra mim, me lembrando que a prova não tinha acabado, que tinha uma dupla mista logo na nossa frente e que tínhamos que manter o foco. Eu até tentei, mas já não conseguia mais... não por cansaço. Isso tava pegando também, mas eu tinha perdido o foco muito antes. Primeiro porque não me toquei que a prova continua mesmo depois do corte e segundo que na vontade do número 2 tinha esquecido que havia uma transição a ser feita.

Ainda tentamos um mini pulo do gato, seguindo pela trilha do trem em vez da estrada. Foi uma idéia tão ruim........ imagina 8hs de prova, escurecendo, pernas trêmulas, você numa bike num single track de pedras soltas no chão, trilho do trem de um lado e barranco da morte do outro?

É nessas horas que a gente reza pro papai do céu e fala palavrão ao mesmo tempo.

Mas deu certo. Chegamos vivos, felizes e lotados de experiência e histórias pra contar. Nossa colocação foi 6º lugar. Na hora eu achei que tivessemos chegado em 5º mas esses dias o Chris me falou que foi 6º, e sabe de uma coisa? Tudo bem, isso é um detalhe comparando ao que foi aquele dia!

Junior, MUITO obrigada pela parceria. Foi um dia e tanto! Super parceria. Valeu mesmo.

Kilometragem Total
Como a bateria do meu Garmin morreu antes de acabar a prova [é claro] - e ok, não usarei mais relógio com GPS em prova de aventura - num sei quanto deu o total, mas só de trekking foram 36 kilometros. Tá bom pra vocês?
Indo pro local da largada, na mesma rua que a nossa pousada!
Check list completado, agora é preparar pra largada!

Lebreiras repartição SP

O Chris, meu maior concorrente

Grito da Equipe - Go Lebreiros!

Momento perdidos master, unindo forças pra seguir firme
Super merecido 3º lugar do Chris com a Geni
Pós prova - logo depois
Logo depois da premiação o Junior partiu de volta pra Ribeirão Preto para encontrar com sua esposa, eles estavam com viagem de aniversário de casamento marcada pro dia seguinte!!!

E eu fiquei lá na praça curtindo, papeando com os colegas de percurso, de insights, de pirambas, de pódios [de outras provas claro], dando início ao processo de digestão de mais uma vivência priceless.

Valeu turma de Araxá [a turma do Freddy Guerra - que aliás tá me devendo várias fotos!!], ao MF, ao João Gelo, à Bia, à Dani Nagaoka, à Luli e Caco e a todos que participaram desse dia!


E um pedido dramático: Togumi, por favoooooor me fotografa algum dia!!!! Nunca tem foto minha poxavida!

:)


Pós prova - semana regenerativa
Na semana seguinte à prova não consegui correr, minha panturrilha estava muito tensa e doía demais, junto com a minha canela. Comecei a fisioterapia e me afastei da corrida por algumas semanas, fazendo apenas deep running, bike e funcional. Tive um princípio de canelite por excesso de esforço, mas já estou recuperada :) Ontem voltei a correr, primeiro na esteira. Amanhã volto pro asfalto.

As conclusões
Esse tempo afastada foi importante para constatar que não vale a pena se gastar tanto como fiz [eu já sabia disso, só fui teimosa] e que massagem não é luxo e sim fundamental para a recuperação do nosso corpo. A gente destrói ele. Concorda que ele merece carinho depois? Esse "custo" tem que entrar no pacote da prova. Essa é a minha nova postura daqui pra frente.

E a próxima aventura agora será a Meia Maratona de Amsterdã. Mas ela não é nada comparado ao que vou encarar em seguida: 6 dias de tour de bike pelo Vale do Luar sozinha. Wish me luck :)

Trecho do Vale do Luar que percorrerei
Fui!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

GP Ravelli 2ª Etapa - Itu

Com aproximadamente um mês de antecedência o Chris comentou comigo sobre a 2ª etapa do GP Ravelli que seria em Itu. Na hora eu achei que ele estava só me contando, que ia chamar uma mulher mais forte pra ir com ele.

Aí quando ele acabou de falar [juro, tem vezes que ele termina! rsrsrs =p], ele ficou olhando pra minha cara e eu "Ah, legaal". E ele, "sua mala, eu to te convidando pra ir comigo, caramba!". Hahahaha woow, sério que você está me dando essa oportundiade de te pentelhar por 53km?? kkkk Foi nesse espírito que essa história começou. Eu fiquei super feliz :)
A sombra diz tudo...
Falado isso, acho que vale um capítulo a parte para mencionar a minha linda bigorninha azul. Esse é o apelido justíssimo que eu dei para a minha magrela, pois se minha dieta der certo, daqui a pouco ela estará pesando mais do que eu.

É uma Trek série 6. A comprei em dezembro e ela parecia perfeita pra mim: é para quem está começando, ótima para passeios all mountain e dá conta de uns perrenguinhos. Eu só não sabia que pegaria gosto pela coisa tão rapidamente...

15 dias antes da prova foi organizado um reconhecimento do percurso, fui sozinha porque o Chris não pode ir, e foi ótimo! Primeiro que formamos um pelotão feminino, pudemos tagarelar e conhecer novas pessoas, segundo que durante a prova eu já sabia pelo o que esperar e isso fez muita diferença.

[lá atrás eu descendo] O Tobogã
Nesse dia também tive a oportunidade de conhecer a Vanessa e o Márcio pessoalmente. Ela é uma fofa e faz um trabalho super legal que une a psicologia e a prática do esporte. Não consegui manter o ritmo puxado dela e da Lica então acabei deixando esse papo para um outro dia, de preferência fora da bike para eu ter fôlego pras perguntas.. rs
Mulheres no reconhecimento
Mas então, sobre a prova: juntou mais de 700 atletas no Parque do Varvito no domingo, dia 28/08 para competirem na categoria PRÓ (53km) ou SPORT (30km). 
Muuuuita gente!
O dia estava super ensolarado e seco, seria necessário cuidado com a hidratação.

No começo era aquele estradão com poeirão e uma subida longa. O Chris na pilha ficava um pouco a minha frente e eu percebendo que meu líquido não seria suficiente nem pra matar uma partezinha da minha sede.


O percurso era difícil, um falso plano cheio de subidas e descidas, nada muito inclinado, mas daqueles que parece que o pedal não desenvolve.

No primeiro terço da prova encaramos uma trilha bem bacana com trechos técnicos, subidinhas íngremes, o tal do Tobogã [uma descida que parece um tobogã mesmo], algumas partes de areia fofa e até tivemos que cruzar um mini riozinho/poçona.
 
Na trilha
Na trilha
Depois da trilha eu e o Chris estávamos mais em sintonia, pedalando mais junto [até porque uma hora eu gritei pra ele "Oooh Chris, eu to com saudades poxa, vem aqui!!!"rsrs].

Nas estradas cruzávamos com carros, motos, cavalos e até um treminhão de cana que entrou bem na nossa frente e ficou lá por um bom tempo sem deixar a gente passar! Na subida num teve jeito a não ser diminuir a velocidade mesmo...


 
Em muitas subidas eu agarrei na mochila dele para manter a cadência e não ficar um pouco pra trás. Subidas são meu ponto fraco.
Eu dei um pouco de trabalho pro Chris... heh! :)
Mas no retão, ah Chris, pedala aí meu filho, vambora!


Ainda bem que a prova tinha vários pontos de hidratação, pois tanto minha caramanhola quanto o gatorade que levei nas costas acabaram antes da metade. Eu nunca senti tanta sede na minha vida!

Peguei a caramanhola do Chris, que estava de camel back, mas logo a água dele acabou também.

Os kilometros finais da prova eram de subida longa no asfalto. Logo que saimos da terra o Chris começou a sentir a câibra chegar. Falei pra ele segurar em mim que a gente estava pertinho do final. E subimos juntos. Pra mim foi muito bacana poder ajudar meu parceiro. Ele já tinha me dado muita força antes e estávamos os dois dando tudo de si.

Quando cruzamos o pórtico hehe, bem, eu cruzei de uma maneira meio inusitada, com um leve tombinho... rs descobrimos nossa colocação na dupla mista: 5º lugar!! Wooooooow Que bacana!!!! E o melhor ainda: tinha premiação até o quinto lugar!!! hahah Yeah baby!!! É pódiooooo

Os feras e.... nós! Weeeeeee
Troféu!!! Iuhuuuu
Bom, só me resta mais uma vez agradecer o Chris por ter me convidado e por ser uma pessoa com quem posso contar para tudo. Um grande irmãozão. Valeu Chris!!! Você é f**a!

E agora falta contar como foi o Haka Passa Quatro nesse sábado. Ainda estou procurando minhas panturrilhas, pois trouxe um par de vara no lugar, rsrs... to quebrada!