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Minhas Aventuras

"After climbing a great hill, one only finds there are many more hills to climb"
Nelson Mandela

terça-feira, 31 de julho de 2012

Curso de Orientação Terrestre com Rafael Campos

Quem acompanha e pratica corrida de aventura e de montanha com certeza sabe de quem estou falando. O Rafael Campos é a maior referência no Brasil no que se refere a esportes outdoor e de aventura.

É capitão da equipe Quasar Lontra e com ela já competiu (ainda compete) nos quatro cantos do mundo, sendo que de todos trouxe um troféu, uma vitória e um monte de história pra contar.

São anos acumulando experiência e somando sabedoria... é muito bacana poder aprender um pouco (na verdade um monte, afinal agora eu sei navegar caramba!!!) com ele.

O curso aconteceu em 2 etapas: 2 aulas teóricas (e quando eu falo teórica é teórica meeeesmo, de fazer matemática e botar a caixola pra pensar) e 1 aula prática.


A metodologia foi essencial para que eu assimilasse o curso: ganhamos uma apostila para acompanhar o conteúdo da apresentação na tela e tudo era exemplificado com situações reais, mapas verdadeiros utilizados em provas, material que ele utiliza para preparar as cartas de navegação e etc.


Além disso, ao longo das aulas fizemos exercícios para conhecer bem o funcionamento da bússola, compreender o que é o azimute, declinação magnética e treinar os cálculos de escala para preparação de mapas.

Olha, vocês tem que entender que nem eu botava uma fé que eu poderia aprender a usar uma bússola e por que raios o Planeta Terra tem dois (na verdade 3) nortes. Que confusa! Só podia ser "A" Terra mesmo!

Mas enfim, fizemos ontem a aula prática do curso em um circuito de navegação preparado pelo Rafa no Parque do Ibirapuera. Para isso ele nos separou em duplas - no meu caso trio (Eu, a Chan e o Guilherme).



Pegamos as últimas dicas e começamos. Fomos os penúltimos a partir.


Percorremos aproximadamente 5km em busca das marcações, correndo com nossas headlamps acesas e atraindo olhares assustados das pessoas "normais".

Em alguns pontos tivemos dificuldades, em outros fomos certeiros. Sempre que possível apertávamos o passo e quando necessário contá-los, diminuíamos para o ritmo de trote (nossa referência).

E fomos indo assim. No momento de maior dúvida conversamos, pensamos e analisamos o mapa até assimilar as informações dele com as referências em terra. E deu certo!

Para a nossa surpresa (e acho que do Rafa tb! rs), fomos os primeiros a concluir o circuito!!!

Foi uma experiência e tanto, muito bacana!! A sensação de chegar no ponto exato de onde se quer ir é quase mágico!

Não vejo a hora de colocar em prática novamente!

Valeu Rafa e parabéns a todos que participaram!

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