Páginas

Minhas Aventuras

"After climbing a great hill, one only finds there are many more hills to climb"
Nelson Mandela

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Vivi Favery disputa o Four Seasons MTB neste final de semana

Four Seasons MTB - A paulistana Viviane Favery, ciclista de longas distâncias, disputará neste domingo a Copa de Verão do Four Seasons MTB, em São Francisco Xavier (SP). Em sua categoria, a storm pro, o desafio será composto por um percurso de 55 km e 1.320m de elevação acumulada. Assim, sua bike Specialized S-Works Era, será fundamental na briga pela vitória.

"A região de São Francisco quase não possui planos. Essa é a grande característica da prova: constante sobe e desce. Nessa primeira etapa, vamos enfrentar subidas com alto grau de inclinação, que exigem força bruta. Será minha primeira vez na prova e também na região", destaca Vivi. "Tenho treinado muito na Serra da Mantiqueira para evoluir tecnicamente e adquirir força".

"Estou confiante de que posso fazer uma boa prova. Uma vitória seria muito bem vinda. Com a sapatilha feminina S-Works para MTB e o capacete S-Works Prevail, tenho o conjunto ideal, que me oferece leveza, conforto e faz com que eu economize energia, focando apenas na pedalada e na trilha", encerra.




Mais informações:

Site
www.specialized.com.br
Facebookwww.facebook.com/specializedbr
Instagram: @specializedbr

Gustavo Coelho / Doro Jr. - Mtb 13209
E-mail: gustavo@zdl.com.br
Tel: 11 32855911 / Claro: 11 9.8457-9699

Siga a ZDL no twitter: twitter.com/ZDLcomunica
e no facebook ZDL Comunicação

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

De salto alto ou de sapatilha de bike, o desafio é o mesmo

Uma das coisas que aprendi pedalando foi a manter o foco da trilha, no meu caminho, em onde eu tenho que ir, e a ignorar os abismos, barrancos, buracos que aparecem pelos lados.

A chance de irmos diretamente para onde olhamos é grande (quase absoluta), então identificar o perigo e olhar para ele – como que endossando que aquilo é perigoso – pode significar acidente, queda (livre no buraco negro, num caso mais extremo).

No começo é muito difícil ignorar o perigo e o medo. A gente olha, reconhece, pára, desce da bike e acaba com a fluidez do pedal (e mountain bike é o que se não pura fluidez e momentum?).

O processo de evolução envolve um certo esforço mental, de ficar lembrando “olha pra frente, Vivi, olha pra frente, Vivi, mantém o foco, foco, foco”. Esse mantra me acompanha nas trilhas...

Também temos que praticar muito em terrenos seguros para ganhar confiança, ver que sabemos andar em singletrack, e ir aos poucos aumentando o nível técnico – e a exposição –  das trilhas.

As mais novatas ficarão felizes ao saber disso: tem uma hora que nosso cérebro começa a se acostumar com esse “setup”, e percebe que pedalar na trilha com ou sem barranco ao lado é completamente igual. 

Logo, a única coisa que temos que controlar é nosso medo, e ignorar o perigo. O resultado é emocionante, apaixonante! 

Posso falar por mim, olhe a minha vida, de total dedicação ao mountain bike (quando não estou trabalhando).


Hoje estou aprendendo a fazer exatamente a mesma coisa, só que no trabalho. Aceitar o desafio de evoluir está me apavorando. Me vi hoje com a mesma apreensão que tenho antes de enfrentar uma trilha técnica nova. Me perguntaram se estou bem. Por um momento parei para olhar para mim mesma. Estranhei a falta do capacete, e do uniforme de guerra. E logo entendi. Sim, estou ótima. Apenas compenetrada, tentando manter o foco no caminho e não olhar para o perigo de queda. Com uma armadura um pouco diferente, salto alto, camisa, maquiagem... lembrando que é só continuar fazendo o que eu já faço.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

2015 e meu jardim de lírios




















Foi 2011 o ano em que eu, sem perceber, tomei a decisão absoluta de não perder nenhuma oportunidade que pudesse colaborar para meu desenvolvimento saudável no esporte.

Naquela época, eu não era essa mulher levemente dotada de técnica de pilotagem de bike e capaz de vencer uma etapa do GP Ravelli na elite feminina.

Não era fácil enxergar em mim uma campeã, executiva de empresa, ou sequer alguém que fizesse supermercado para sua própria casa.

A mulher de hoje não existia, mas de alguma forma (que não tem nada a ver com poções mágicas, talento ou dom), a minha ambição fez com que eu acreditasse que fosse capaz.

Então a garota atrapalhada, desengonçada e que não parava em cima da bike, insistiu.

Antes de ganhar troféus pelas minhas conquistas, teve muitas e muitas experiências em que não houve prêmio ou tapinha nas costas de parabéns. Não tinha resultado reconhecível para quem via de fora, e era difícil explicar pros meus pais que eu estava ganhando muito com isso, só não era em dinheiro ou em visibilidade.

Mas o que isso tem a ver com um jardim de lírios? Talvez você ache clichê...

Tem a ver que tudo isso que falei acima foram sementinhas que eu plantei, o terreno que eu preparei, e que hoje está começando a ter cara de jardim (e eu adoro lírios...).

Minha profunda busca por consistência me trouxera a excelência!

Me refiro às minhas parcerias (Specialized Brasil, Pedal Urbano Bike Shop, Caçula de Pneus, Mó Fisioterapia e Mr. Tuff – Honey Stinger, NUUN e Optimum Nutrition), aos meus resultados (comecei o ano com uma vitória maravilhosa no GP Ravelli!), meu trabalho e principalmente meu bem estar.

2015 está sendo o ano do meu jardim de flores, de começar a colher os frutos de muita dedicação e foco.

Nem sempre será assim. Virão tempestades, pragas, épocas de seca... Mas farei o meu melhor para que esse jardim siga sempre – e cada vez mais - fértil.


GP RAVELLI - Foto Bike Amparo
GP RAVELLI - Foto Bike Amparo

Equipe de atletas Specialized 2015 - Foto Fabio Piva

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Vitória na primeira etapa do GP Ravelli 2015 - Release

Specialized Factory Team no alto do pódio

A ciclista paulistana Viviane Favery completou o fim de semana de vitórias da marca norte-americana, ao vencer no domingo a Maratona na elite feminina. "A prova foi dura, com estradão e pelotão de atletas, mas com diversas subidas inclinadas, como a 'dos Deuses', muito difícil de ser completada sem empurrar a bike. Mais uma vez as trilhas estavam muito bacanas para se pedalar, como a 'do Fantasma' dentro de uma floresta, com subidas e descidas. Achei o percurso técnico exigente quanto às habilidade dos atletas", contou Vivi Favery.

"A qualidade do equipamento favorecia o desempenho. Minha Era S-Works ajudou em todos os momentos. Fiquei surpreendida porque não imaginava que eu possuía as características da prova, como explosão e força bruta, mas fui muito bem devido aos treinos corretos e específicos para percursos com subidas íngremes, como esse. Estou satisfeita", concluiu Vivi.

Por ZDL Comunicação
Siga a ZDL no twitter: twitter.com/ZDLcomunica e no facebook ZDL Comunicação